Archive for the 'Novidades no site' Category

Da série “movendo para Youtube”: Barbosa Lessa

Recolhi 3 vídeos que fiz para a Página do Gaúcho há um tempão e publiquei-os no Youtube.

Studio 36 - 04:38

Conteúdo: Comentário sobre a repercussão do romance “Os Guachos” no Brasil e no Rio Grande do Sul; opinião sobre a expressão da cultura gaúcha fora do estado; opinião de Odilon Ramos; Neto Fagundes, Odilon Ramos e Marcello Caminha interpretam “Negrinho do Pastoreio”.

Créditos: Tulio Milmann, Studio 36, TVCOM, RBS TV, Odilon Ramos, Neto Fagundes e Marcello Caminha.

Galpão Crioulo - 04:20

Conteúdo: Introdução de Nico Fagundes, mostras de bom-humor, demonstração de musicalidade com um lápis, povo cantando “Quero-quero”.

Créditos: Nico Fagundes, Paixão Côrtes, Ariostro Pereira, RBS TV.

20 Gaúchos do Século XX - 05:07

Conteúdo: Mostra de Água Grande, onde morava Barbosa Lessa; comentários sobre o lugar onde a gente mora; surpresa com a eleição para um dos Vinte Gaúchos do Século XX; primeiro encontro com Paixão Côrtes; fundação do 35 CTG.

Créditos: Paixão Côrtes, RBS TV, Geraldo Flach, Edilson Silva, João Guilherme Barone.

Da série “movendo para Youtube”: Milonga de mil colores

Califórnia da Canção
Milonga de mil colores
Autoria: Nenito Sarturi e Luis Cardoso
Interpretação: Luiz Marenco
Vencedora na linha campeira

Filmagem amadora feita por mim em 2001

Da série “movendo para Youtube”: Netto Perde sua Alma

Paixão Côrtes completa 80 anos

Não é pouca coisa.

Ainda mais para um folclorista que mudou - e muito - os rumos de nossa cultura.

Assim, tomei a liberdade de copiar a matéria realizada no sábado passado para o jornal Zero Hora.

Feita com maestria por Renato Mendonça e com fotos do arquivo pessoal do Paixão e outras realizadas por Emílio Pedroso.

Está toda na Página do Gaúcho, seção personalidades.

Para deleite daqueles que moram longe dos pampas e não tem acesso ao jornal, mesmo via sua mídia on-line, onde ainda é possível ler (até a próxima sexta-feira).

Assim, visite Paixão pelo Sul e leia toda a reportagem. Soberba e com relatos até então desconhecidos.

E conheça alguns de seus causos.

Onde pregou até peças ao saudoso Barbosa Lessa.

Abraços a todos nesta 5a-feira, 12 de julho, que promete, segundo a meteorologia, de -2 a 0 graus.

Em Porto Alegre!

El Cohen

Leandro Dóro: cartunista macanudo

Esses tempos o Leandro Dóro me enviou alguns cartuns de sua imensa coleção.

O problema é que sou muito lento em processar todas as colaborações. Isso já está se tornando um lugar-comum.

De qualquer modo e interpretação, a hora chega!

E agora estou publicando na seção de Cartunistas da Página do Gaúcho a devida referência ao artista e ilustrações de cunho gauchesco (apesar dele ser eclético e circular por várias outras formas, inclusive a literatura).

Vai junto - no site da PG - um resumo do compadre que catei em seu blog (se estiver incompleto ou inadequado me corrija, hein!).

E abaixo uma palha de um cartum do passo-fundense:

Abrazon

El Cohen

PS: Quer mais? Vai em Página do Gaúcho - Cartunistas

Rolante: história e turismo

Neste sábado estive em Rolante.

Dei uma campereada com o pingo até lá. Por um trajeto sinuoso, mas chegamos.

Isso foi suficiente para colocar no site a história do município (e origem do nome).

Também uma penca de fotos da cidade, além de pequeno registro na seção de turismo.

Então…

Fica o convite aos amigos para conhecerem a cidade onde nasceu o Teixeirinha.

Virtualmente, pelo site.

Ou então preparando os alforges e dando um estiraço até lá!

Abraços a todos,

El Co

Festa do Divino

Olhei bem o poster que publiquei no anúncio da Feira do Livro de Caçapava do Sul.

Fiquei pensando que muita gente não imagina o que seja a Festa do Divino.

Então busquei na prateleira o livro que comprei semana passada, lá em Nova Petrópolis, entitulado “Folclore gaúcho - festas, bailes, música e religiosidade rural“.

Esplêndido livro de Paixão.

É claro, a frase acima é um pleonasmo.

Nele, Paixão ilustra festas como Cavalhada, festas juninas, a do Divino, Natal gaúcho, terno de atiradores, bailes do Masquê, Candombe, batuque, terço, capelões, velação, via sacra, stipa, velório de anjinho, ladainha-de-campanha e outros aspectos folclóricos.

Procure no site da CORAG.

Pra quem se interessa, vale cada pila pago.

Abrazon

El Co

Um peão apaixonado pelo Rio Grande

Hoje coloquei no site uma pequena reportagem feita pelo Jornal Zero Hora sobre Paixão Côrtes.


foto de Paulo Franken/ZH

Você pode visitá-la em “Um peão apaixonado pelo Rio Grande“. Encontrará histórias muito curiosas sobre ele e Barbosa Lessa. Como a vez em que sapateou na torre da igreja. Ou quando fizeram uma batucada dos infernos no Paraguai. Além do relhaço dado em um vivente dentro de um carro.

Mas irá se confrontar também com algumas frases muito importantes. Desta vez não são escritas ou ditas por mim. São proferidas por ninguém menos que o fundador do MTG:

  • Paixão acha que o principal inimigo das nosas tradições não é a axé music. “- São esses palpiteiros que todo ano definem o que é tradicional ou não é. Isso é fascismo.
  • - Temos de explorar trilhas para nossa cultura, não limitar com trilhos.
  • Até os modernismos da tchê music são caminhos admitidos por Paixão.
    - Considero modismo, mas se eles tiverem raízes, vão ficar.

 

 

As três frases de Paixão são viscerais:

1. “Fascismo” ele cita. Cartilha, eu complemento. Por que milonga e chamamé são bem aceitos e as cantigas de ritmo afro, como candombé, não? Afinal, os negros participaram da nossa formação. E são claramente alijados do processo de formação cultural, inclusive musical.

2. Nossa cultura precisa ser explorada e pesquisada. Conhecer as vertentes que surgiram aqui e ali. Falas, canções, vestuários, jeitos, etc. Não é para ser colocada em caixinhas, regulada, formatada, “assim pode, assim não!”. Nada de trilhos! Chega de “- Assim é que é o certo!”.

3. Tchê Music. É uma vertente musical, assim foram várias outras no passado. Organiza-se sob um enfoque diferente. E indesejado? O desconforto é apenas no uso de instrumentos elétricos? Ou é por que escapa ao controle, por que não se submete a uma disciplina formalizadora?

Pense.

E leia a reportagem.

Deu trabalho digitalizar, hehehe.

Um peão apaixonado pelo Rio Grande

Abraços

El Cohen

Laço: apresava homens e animais

Domingão é sempre um dia tranqüilo para colocar mais conteúdo dentro do site.

Hoje resgatei um antigo texto - 1999. Uma reportagem do jornal Zero Hora por Nilson Mariano com fotografias de Mário Brasil. A mesma faz parte de uma série sobre os Símbolos Gaúchos, onde o laço consta.

Buenaça! Reporta histórias como de Maneco Pereira que laçava com o pé e faz uma conexão com o presente, relatando comentários do guasqueiro Daiço Lemos Lacerda, de Bagé.

O trabalho - da reportagem - ficou muito bom. Ajuda a quem deseja conhecer um pouco mais dos costumes e da história do laço.

Portanto, não fique aí parado e clique neste link “O laço“.

Abraços

El Cohen

Por que o primeiro mate é do dono da casa?

Diz aí…

  • Por que na região das missões existe o hábito de cuspir fora os primeiros goles do mate?
  • Ou por que o primeiro mate é sempre servido ao dono da casa?

Em um texto simples e compreensível, Wilson Tubino esclarece tais dúvidas no capítulo entitulado “Condenação jesuítica“, o qual acompanha várias outras informações valiosas no seu livro “Os mistérios ocultos no chimarrão“.

Ler o livro é um petisco para conhecer por que vale a pena comprar o livro indicado e conhecer ainda mais sobre nossa cultura e origens.

E também pra não fazer as coisas sem saber por quê! Hahahaha.

Abrazon

El Co

« Prev - Next »