Archive for the 'Registros' Category

4.6

Da série: alguma coisa a gente tem em comum!

Não entendeu?

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Abrazon

El Co

Arrombado o museu de Rio Pardo

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 1º DE NOVEMBRO DE 2007

Arrombado o museu de Rio Pardo
Levantamento preliminar indica que foram furtadas cerca de 20 armas e espadas de valor histórico

Ladrões que arrombaram, na madrugada de ontem, uma porta lateral do Museu Municipal Barão de Santo Ângelo, no Centro de Rio Pardo, levaram em torno de 20 armas de fogo e espadas de valor histórico. O material pertenceu a militares do Exército integrantes da unidade Dragões de Rio Pardo. O local foi ‘visitado’antes da ação. Pelo menos duas portas e uma janela foram identificadas com cordões amarelos, para apontar onde poderia ser mais fácil o acesso ao prédio.

Os ladrões também tentaram o furto de um televisor de 20 polegadas, mas desistiram, porque não conseguiram passar com o aparelho por uma janela muito pequena. Os objetos se encontravam na parte térrea.

O material não possui valor comercial, mas faz parte de uma coleção considerada importante em termos históricos e culturais. Levantamento prévio apontou o furto de duas espadas embainhadas com guarnição fechada, usadas na Guerra do Paraguai pelo general Plinio Ferreira de Paula Dias, um dos comandantes do Dragões de Rio Pardo; uma espada com escudo da República do Brasil, com a inscrição ‘Aspirante Waldemar Pereira Dias’, Rio de Janeiro, 1835, também utilizada na Guerra do Paraguai; um rifle de repetição datado de 1861; um mosquetão Imperial de Cavalaria, ano 1836; Barret carregada pela boca, utilizada na Revolução Farroupilha; uma pistola Calibre 41, marca Remington Arms, de 1840; uma pistola para tiro ao alvo; uma garrucha para duelo; uma garrucha com ouvido; uma pistola cano duplo com carranca para guardar espoletas; uma garrucha carregável pela boca; balas de revólver e baionetas de prata. As peças eram bastante pesadas e uma espingarda ficou no piso do museu.

O furto foi descoberto na manhã de ontem. Peritos da Polícia Civil de Santa Cruz do Sul, com auxílio da equipe de investigação de Rio Pardo, iniciaram ontem o levantamento no local.

Bah…

Daqui saem várias conclusões: nossos museus estão “A Deus dará” (e não é nem culpa dos administradores, pois se falta dinheiro, pouca gente faz mágica). Os ladrões de há muito andam se atirando até em micharia (as peças roubadas não tem valor comercial).

Das duas uma: ou os governos estadual e municipal tomam mais vergonha e passam a cuidar da nossa história ou cultura, ou fazemos isso por conta. Mas daí não precisa mais governo, já que ele não faz a sua parte.

:-(

El Cohen

Encerramento das atividades

Nesta sexta-feira, 14 de setembro de 2007, este blog encerra as atividades.

O motivo?

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Que porcaria de Senado!

Fala sério!!

Esse sujeito começou pobre, roubou pra caramba, usou uma empreiteira pra pagar as contas (a troco de nada?) e não é cassado? Nos últimos oito anos esse Brasil virou uma vergonha mesmo.

Recorda-me o filho de um presidente que era biólogo e ganhava R$ 600 por mês e… E menos de um ano virou DONO de uma empresa de informática com milhões no bolso.

Você é formado em informática? É dono de uma empresa assim?

Reclame. Manifeste.

Talvez a gente precisasse virar argentinos que partem pro pau mesmo!

:-(

El Cohen

Miopia governamental: Lei Seca

A notícia é essa (e logo abaixo, minha FEROZ crítica):

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, DOMINGO, 19 DE AGOSTO DE 2007
Deputados aguardam proposta
Intenção da SSP é implantar a chamada Lei Seca em todos os municípios

Em Dois Irmãos o sistema já foi implantado pela prefeitura
José Augusto Barros

As sugestões do grupo de trabalho instituído pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) para que o governo elabore o projeto sobre a Lei Seca estão sendo aguardadas com expectativa pela Assembléia Legislativa e pela sociedade. Se depender da vontade do titular da SSP, José Francisco Mallmann, a restrição da venda de bebidas alcoólicas abrangerá todo o Estado, durante todos os dias da semana. Ele propõe a venda de bebidas alcoólicas de domingos a quintas-feiras somente até a meia-noite, e nas sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados até as 2h. Dessa forma, assegura Mallmann, a criminalidade será reduzida. O secretário espera que o projeto seja encaminhado à Assembléia Legislativa até o final da primeira quinzena de setembro. Ele pretende se reunir com os deputados na próxima semana. Lideranças das entidades de classe patronal de bares e restaurantes já anunciaram que irão à Justiça contra a lei.

Entre os líderes de bancada da Assembléia, a iniciativa é vista com cautela. Todos esperam a chegada do projeto na Casa. A maioria dos líderes de bancadas se mostra favorável ao controle da venda de bebidas alcoólicas. O deputado Heitor Schuch, do PSB, afirma que pode votar a favor do projeto, mas ressalta que não é uma Lei Seca que resolveria a violência. ‘Acho que será mais uma lei que, de forma isolada, não soluciona nada. Isso tem muito a ver com a educação das pessoas.’

O deputado Cassiá Carpes, do PTB, diz que o partido ainda não debateu a questão. ‘Mas caso o Estado assuma a fiscalização, a lei será bem-vinda’, sustenta. A líder da bancada do PSDB, deputada Zilá Breitenbach, acredita que, com algumas ressalvas, a lei poderia ser aprovada na AL. Ela lembra, porém, que poderia ser mais uma lei a não ser cumprida, citando o exemplo da proibição do comércio de bebidas alcoólicas a menores de idade, que tem dificuldade de ser cumprida. ‘Sou a favor que se combata tudo aquilo que possa prejudicar as crianças, mulheres, jovens e a sociedade em geral. Mas uma lei que não é fiscalizada não adianta nada.’

Adroaldo Loureiro, do PDT, acha a idéia boa, mas acredita que o horário de funcionamento de bares e restaurantes deve ser normatizado. Afirma que a constitucionalidade da proposta também deve ser debatida entre os parlamentares. Berfran Rosado, do PPS, adianta que irá conversar com a bancada para conhecer melhor a lei. Quer saber dos resultados de cidades que aderiram para definir a posição da bancada.

Já Marco Peixoto, do PP, observa que existe uma dúvida sobre de quem é a competência para legislar a respeito da restrição do consumo de álcool e fechamentos de bares. Ele cita uma lei do ex-deputado Manoel Maria, proibindo a venda de bebidas alcoólicas à beira de rodovias estaduais, que hoje não é cumprida. E antecipa ser a favor de qualquer lei que reduza a falta de segurança nas estradas ou nas cidades. O deputado Raul Carrion, do PC do B, se mostra contrário à iniciativa. Segundo ele, a lei vai causar uma série de transtornos para a população e vai mexer na cultura das pessoas.

Como cidadão sul-rio-grandense não posso me furtar a comentar tal iniciativa governamental.

Eu não vou entrar no mérito se proibir a ingestão de bebidas alcoólicas a partir de tal horário vai causar transtornos à população, mexer na cultura, etc como diz no finalzinho da matéria acima.

Acho simplesmente que cada CIDADÃO é responsável por seus atos.

Ao invés de mexer numa lei que RESTRINGE nossa liberdade, deveriam é batalhar para aumentar a punição - e fazê-la cumprir - para quem age errado.

Ora, o governo estadual, incompetente para zelar pela nossa segurança, prefere suspender um direito nosso!?

Logo em seguida, quem sabe não virá - também a título da mesma argumentação - suspender nosso ir-e-vir durante determinados horários, locais, etc?

E quem sabe indivíduos portadores de gens com predisposição ao alcoolismos não poderão mais dirigir?

E daqui a pouco chegaremos em drásticas ações espartanas?

Por que não temos azuizinhos para fiscalizar o trânsito, então domingo ninguém anda de automóvel?

Nem preciso dizer em que 1984 iremos parar, né?

Prezada governadora e secretário da justiça e segurança:

Eu quero poder tomar um porre extraordinário com amigos em algum restaurante ou bar. E voltar de táxi ou carona para casa.

Mais do que isso: quero vê-los fazendo blitz pela cidade, implementando bafômetro, etc. Trabalhando para o que foram designados e contratados.

Agora…

Cercear nossa liberdade por que não conseguem fazer seu trabalho é demais!!!

El Cohen, indignado

Pitacos sobre a polêmica da Jornada de Literatura em Passo Fundo

Essa semana que passou li uma notícia que me causou espanto:

A Jornada Literária de Passo Fundo que se repete a cada dois anos não havia recebido o suporte da LIC - Lei de Incentivo à Cultura.

A notícia foi essa:

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Politicamente incorreto, mas de peito aberto

Hoje recebi e-mail do amigo Ivo Benfatto. O coronel é um peleador da nossa cultura e briga valente - já assisti - em prol de nossas coisas. A mensagem recebida cita uma série de premiações culturais sobre folclore para professores, entidades, etc. O evento será no dia 19 de agosto, às 15h no Plenário Glenio Peres da Câmara Municipal de Porto Alegre. Gente que merece. Gente que batalhou pelo nosso folclore. Que pesquisou. Que singrou pampas esverdeados atrás de nossas coisas…

E fiquei matutando…

Em 2001 recebi a medalha JAYME CAETANO BRAUN da União Brasileira de Trovadores.

E mais nada. Durante onze anos de site, nada de uma homenagem pública. Uma escolinha que fosse, lá da nossa Jaguarão. Do Quaraí. De Porto Alegre. Utz.

Lá no fundo…

Debaixo de sete palmos no coração…

Há uma mágoa inquieta.

Que só o abraço dos amigos soterra.

Mas não extingue.

:-(

Abraços

El Co

Péssimo exemplo

Leio hoje o Jornal Buenas Chê, produzido pelo meu amigo e valoroso Fernando Paim.

Vejo as controvérsias geradas pela ação do MTG-SC sobre a liberdade para música sertaneja em rodeios estaduais. Não vou discutir o assunto, já expressei minha opinião no artigo “Do MTG-SC e a música sertaneja“.

Contudo, cai-me o queixo ao ler a coluna “Andanças”, assinada por D. Machry e entitulada “Sertanojo em pleno rodeio internacional“.

Fiquei estarrecido.

Ao ver expressões como “espetaculozinho de meia tigela de uma dupla sertanojo“, “aquela baianada sobre a qual tenho me insurgido”, “mercado moderno a liberdade de manifestação poderia ensejar tal idéia absurda de misturar o sertanojo com a tradição”.

Respeito.

Esta é um dos princípios que, eu acredito, a cultura gaúcha venera.

Com as mulheres (vê-se isso nas danças, no trato diário, etc). Com os estrangeiros (convidando-os para um mate, dando-lhe guarida, etc). Com os piás. Com os diferentes. Com todo mundo.

E me parece que aquele que se mostra baluarde da cultura gaúcha (e que escreveu o artigo acima), esquece tal princípio.

E em veículo de grande circulação.

Convenhamos! Que desfeita.

EL Co

MBA gaudério

Recebi esta do amigo Luciano Gomes e compartilho com os amigos:

O compadre Tonho, filho do tio Chico (arrozeiro lá de Livramento), mandou o filho fazer um curso de gerência em Porto Alegre, pra cuidar melhor da fazenda.
Depois de alguns dias em Porto Alegre, o compadre Tonho entra num bolicho, de manhãzinha, a caminho do curso.

Tá lá a indiada, espraiada no salão, uns tomando pinga, outros comendo lingüiça e tomando café, e o compadre Tonho chega no balcão. No rádio, uma música do Passarinho. O salão cheio de fumaça de palheiro. O compadre Tonho bate na mesa e diz entusiasmado:

- Me manda um café bem quente, daqueles de desmanchá a güela!

O bolicheiro olha pro compadre Tonho meio desconfiado. A indiada se vira e só então todos percebem que o compadre Tonho tem uma garrucha numa mão e um balde de bosta na outra.

Todo mundo fica apreensivo, o que será que aquele louco faria com uma arma e um balde de bosta.

O bolicheiro serve o café fervendo.

Então o compadre Tonho toma tudo de um gole, bate a xícara no balcão, joga o balde de bosta pra cima e dá-lhe um tiro com a garrucha, espalhando bosta por todo o salão, imundiciando todo o bolicho.

Todos se escondem, é aquele corre-corre, e o compadre Tonho vai-se embora.
No outro dia, o compadre Tonho volta no bolicho, vê que está tudo imundo ainda e vai tirar satisfação com o bolicheiro:

- Má que bolicho imundo! Quando é que vão limpá essa lambança?

O bolicheiro indignado bate com as duas mãos no balcão e vai logo gritando:

- Mas quem tu pensa que tu é, ô bagual? Tu chega aqui, espalha bosta no meu bolicho, e vai embora sem dá explicação. Agora volta e qué dá uma de patrão? Tu tá lôco? Qualé o teu problema?

O compadre Tonho respira fundo, põe as mãos na cintura e diz:

- Pois óia… Eu tô fazendo um curso de “Mané Gemente”, desses de executivo da cidade, que é pra melhorá lá, a fazenda do seu Chico. Pois onte teve uma lição que o EMEBEÁ mandô a gente colocá nas prática, e foi isso que eu fiz: cheguei cedo, espelhei bosta pra todo lado, e sumi o dia inteiro. Agora vim cobrá os resultado. Não é assim que se faz?

Do MTG-SC e a música sertaneja

Circula uma celeuma na internet citando o MTG-SC.

Dizem as notícias (e infelizmente a internet é pródiga em espalhar boatos) que a referida entidade está permitindo músicas sertanejas durante os rodeios em seu estado e sob sua organização (do MTG-SC).

As manifestações contrárias usam chavões como “alma gaúcha forjada pelo frio minuano é ofendida“, “estão se deixando levar pela onda globalizada“, “tradicionalismo frankstein“, “deturpação“, etc.

Um cadinho de emoções nostálgicas de um tempo que nem mesmo muitas destas pessoas viveram. Mas eu não estou a recriminá-los. Cada qual briga pelo que lhe apetece. E do jeito que acha mais adequado.

Minha opinião: PERMITAM AS MÚSICAS SERTANEJAS.

Oh! Oh! Oh!

Eu estou cansado de ver as coisas serem feitas por que “é assim que deve ser feito!” ou “assim que era naquela época”.

Pelo amor de deus, as coisas devem ser feitas para dar prazer, felicidade e valor!

Algumas pessoas estão se tornando mais reais do que o próprio rei!

Parte da tradição é inventada.

Barbosa Lessa já fez isso. A rainha da Inglaterra já fez isso. A igreja agora o faz, informando que as crianças não vão para o limbo e sim, direto ao paraíso. Quem pode afirmar de que lado o lenço campeiro era usado? Dentro ou fora da gola?!

É aceitável um patrão de CTG discutir assuntos com seu capataz através do celular em pleno rodeio? Ou usar computadores para listar os associados em dia? Ou receber a boiada em caminhão? Acender o palheiro com isqueiro? Usar energia elétrica para iluminar os bailes? Ou garrafa térmica para guardar a água do mate?

A música sertaneja - presumo aquela do interior de São Paulo - é uma co-irmã nossa. Trata dos mesmos assuntos: boi, vaqueiro, vida no campo, etc. Que mal há? Um medo de que tomem conta de nossa vida?

Mas quando nossos CTG´s invadem outros estados, quando churrascarias tomam conta do país, ninguém reclama ou contraria? São nossos feitos de qualidade sendo exportados e as outras culturas recebem esse quinhão de bom grado, pois são valores bons e interessantes.

Eu poderia adotar vários e diferentes enfoques para sustentar minha afirmação.

Mas busco meus argumentos num livro de famoso pesquisador e historiador cultural: Peter Burke (comentei sobre ele no post “MTG tornou-se globalizador“) que escreveu e editou, pela Editora Unisinos, o Hibridismo cultural.

O resumo da ópera é o seguinte: NÃO TEM VOLTA.

Estamos a misturar-nos com outras culturas.

Percebendo ou não, isso acontece. Querendo ou não, idem.

Seja no linguajar, onde falamos várias expressões em português e até em espanhol (espanhol pode, né?!), no modo de vestir (quem é que não põe um tênis no final de semana? Isso é campeiro?) e assim por diante (nem vou falar de uísque, carnaval, futebol, etc).

Excertos do livro:

A) A globalização cultural envolve hibridização. Por mais que reajamos a ela, não conseguimos nos livrar da tendência global para a mistura e a hibridização…

B) O preço da hibridização, especialmente naquela forma inusitadamente rápida que é característica de nossa época, inclui a perda de tradições regionais de raízes locais.

C) Como outras instituições européias, o carnaval foi transportado para o Novo Mundo, especialmente para aquela parte que foi colonizada pelos católicos do Mediterrâneo. O uso de fantasias e máscaras era um costume tradicional europeu, e mesmo algumas das fantasias favoritas seguiram modelos europeus, dos hussardos e arlequins do Rio aos pierrôs e polichinelos de Trinidad. O desfile das Escolas de Samba do Rio de hoje seguem a tradição dos cortejos e carros alegóricos da Florença e da Nuremberg do século XV.

D) Como a história das linguagens e dos dialetos, a história da cultura em geral pode ser vista como uma luta entre estas duas forças. Às vezes uma tendência predomina, às vezes a outra, mas elas alcançam um certo equilíbrio no longo prazo.

E) Os ternos europeus usados pelos membros da classe alta no Rio de Janeiro no século XIX são um exemplo vívido dessa moda. Os homens suavam em roupas de lã a tempraturas de quarenta graus para mostrar que faziam parte de uma classe abastada que não precisava fazer trabalho braçal, para se distinguir das pessoas comuns, ou para demonstrar seu comprometimento com os valores “civilizados” da zona temperada.

E) Segregação cultural… O que geralmente acontece é que as pessoas vivem uma vida dupla no sentido japonês da expressão, ou seja, na cultura anfitriã durante o horário de trabalho e em sua cultura tradicional nas horas de lazer.

F) Em nosso mundo, nenhuma cultura é uma ilha. Na verdade, já há muito que a maioria das culturas deixam de ser ilhas.

Finalmente, um trecho ainda mais interessante:

… é uma reação forte mas que pode não durar muito. A resistência está fadada ao fracasso no sentido de que os objetivos daqueles que fazem parte da resistência, deter a marcha da história ou trazer de volta o passado, são inatingíveis. No entanto, a resistência não é em vão, porque as ações de resistência terão um efeito sobre as culturas do futuro. Não será o efeito que desejaram, mas apesar de tudo será um efeito.

Tá feito.

De minha parte, venham as músicas sertanejas.

E que o público escolha aquelas que mais gostar!

Abraços

El Co

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