Tuquinha em dose dupla
Tem um novo personagem surgindo na literatura sul-rio-grandense: Tuquinha.
Pra quem não conhece, é obra do amigo Luiz Morvan que publicou dois livros onde o Tuquinha se apresentar nos contos e lendas.

É Hilda Simões Lopes que escreve sobre o livro Tuquinha e as lendas gauchescas:
A intertextualidade, conhecida forma de expressão literária em que o autor usa fragmentos de texto ou personagens de outro escritor para compor sua obra, torna-se, em nossos dias, cada vez mais presente. É uma forma de resgate e de homenagem que propicia a releitura de textos canonizados, entrelaçando-os com outros personagens e novas histórias, em abordagens, muitas vezes, inusitadas.
Eu me agradei bastante. O Tuquinha se enfia no meio das lendas bem como diz a Hilda acima. Conversa com o negrinho do pastoreio, esclarece coisas, etc. É divertido ver aqueles textos consagrados explorados por um diferente viés. Ainda mais quando quem escreve tem o humor como habilidade.
E em seguida, pra toda turma beeeeem gauchesca, vem Barbaridade, tchê! consagrando os tradicionais “causos de galpão” que são nossas histórias de pescador, ambientadas no mar verde (no pampa, tchê!).
Mas bah, Morvan! Escreve mais livros pra essa gauderiada toda!
Os livros são ambos publicações da Editora Age e, creio eu, os livros podem ser encomendados por lá também.
Belo presente pra alguém longe dos pampas, ou pra gurizada cujos pais desejam despertá-los para as coisas da terra. Até por que o personagem principal, Tuquinha, já tem um diminuitivo no nome que ajuda a criar afinidade.
Abraços
El Co
admin :: Jan.23.2008
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Grande Roberto, valeu pelas dicas (se bem que preciso que Madame Natascha, aquela personagem do Hélio Gaspari, traduza o comentário da Hilda).
E vou procurar o “Barbaridade, Tchê” porque sou fãzaço de causos de galpão (desde que tenha um amigaço para emprestar um cobertor quando o minuano bater nas paletas).
Baita abraço.
Kleber Diabolin
http://www.kwriter.com.br/ojardimdodiabo