Archive for December, 2007

55 Congresso Tradicionalista Gaúcho

Esta mensagem me chegou através do comandante Ivo Benfatto e merece destaque: estamos às vésperas de novo congresso do MTG:

55 Congresso Tradicionalista Gaúcho
Santana do Livramento
11 a 13 de janeiro de 2008.

Sexta-Feira – 11 de janeiro

  • 13:00 Início do credenciamento
  • 15:00 Chegada da chama vinda da 1ª RT
  • 17:00 Sessão de instalação do 55º Congresso e escolha da mesa diretiva
  • 18:00 1ª sessão plenária – Início da apresentação dos trabalhos
  • 20:00 Sessão solene de abertura
  • 21:00 Jantar

SÁBADO – 12 de janeiro

  • 09:00 2ª sessão plenária – Apresentação das propostas para sediar o 56º Congresso e Acendimento da Chama/2008
  • 09:00 1º Encontro Regional de Comunicadores do MTG – Programação Paralela ao Congresso
  • 10:00 3ª sessão plenária – Continuação dos trabalhos
  • 12:00 Almoço
  • 14:00 4ª sessão plenária – Continuação dos trabalhos e prestação de contas da gestão atual
  • 14:00 6º Encontro de Comunicadores do MTG – programação paralela ao congresso
  • 16:00 5ª sessão plenária – Palestra e continuação dos trabalhos
  • 17:00 sessão eletiva e encerramento da votação para, 56º Congresso e Acendimento da Chama
  • 17:45 sessão de autógrafos dos livros do MTG
  • 18:00 Formatura do CFOR Avançado/2007
  • 19:00 6ª sessão plenária – Resultado das eleições e dos locais para o 56º Congresso e Acendimento da Chama
  • 20:00 Jantar
  • 21:00 1ª Reunião do Conselho Diretor eleito para escolha do Presidente e Vices

DOMINGO – 13 de janeiro

  • 09:00 Reunião conjunta, Conselheiros e Coordenadores com a nova diretoria
  • 09:30 1ª reunião de Coordenadores
  • 10:00 sessão solene de encerramento e posse do cons. diretor e coordenadores

Observações:
No início de cada plenária será aberto espaço (15 minutos):

  • para comunicações gerais dos congressistas
  • para o credenciamento dos congressistas, será exigido o cartão tradicionalista
  • o credenciamento de congressistas, poderá ser feito antecipadamente, via internet, mediante o nome, numero do cartão tradicionalista e RG, até o dia 04 de janeiro/2008
  • o credenciamento dos visitantes, sem direito a certificado, poderá ser feito via internet até o dia 04 de janeiro/2008

Diante de uma cultura falida

O título deste artigo vem de seu homônimo publicado publicado no Caderno de Cultura da Zero Hora de sábado passado, 22 de dezembro de 2007.

Nele, há uma investigação de como são realizados os investimentos (sic) do governo estadual em nossa cultura.

Alguns percentuais são estarrecedores: dos R$ 37 milhões do orçamento, R$ 28 deles são da LIC (o governo abre mão de impostos de empresas privadas desde que estas façam investimentos em eventos culturais), R$ 9 milhões vão para a folha de pagamento e miseráveis R$ 2,9 milhões para manutenção, preservação de patrimônio, produção e expansão cultural, etc.

Um aspecto importante:

As empresas ESCOLHEM onde investir e abrem processo dentro da secretaria estadual para obter essa permissão. Ou seja: apesar de ser controlado pelo órgão público, não é por ele gerenciado, planejado, etc.

Não estou fazendo apologia para que o governo seja onipresente em nossa cultura. Aliás, a própria reportagem apresenta o surgimento (e publicação) de lei que permite às OSCIPs (moderna denominação das ONGs) gerirem órgãos públicos, como a Casa de Cultura Mário Quintana (exemplo). Nela, viria o (pífio) orçamento estadual normal e mais oportunidades, por esforço próprio, de captação de recursos via associados, apresentações, etc.

Penso até que existem bons exemplos: o MTG é uma dessas entidades que se vira sozinha, sem depender da ajuda estadual para fazer as coisas acontecerem. Na verdade, acho que é o governo quem pega uma carona no relativo sucesso com esta entidade.

Mas borbulham duas reflexões em minha “cachola”:

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Barbosa Lessa - lembrete de aniversário

Esse artigo é para lembrá-lo que, se vivo, Luiz Carlos Barbosa Lessa, um dos fundadores do tradicionalismo, hoje completaria 78 anos.

Nasceu em 13 de dezembro de 1929, numa chácara nas imediações da histórica vila de Piratini (capital farroupilha), RS. Devido à dificuldade para cursar uma escola regular, teve de aprender as primeiras letras e quatro operações com sua própria mãe, a qual, ao se improvisar de professora, também lhe ensinou teoria musical, um pouco de piano e, inclusive, uma novidade na época chamada datilografia.

Indo cursar o ginásio na cidade de Pelotas (Ginásio Gonzaga), aos doze anos fundou um jornal escolar (”O Gonzagueano”), em que publicou seus primeiros contos regionais ou de fundo histórico. E também fundou o conjunto musical significativamente denominado “Os Minuanos” (uma das tribos indígenas no velho Rio Grande do Sul), que pretendia se especializar em música regional gaúcha mas que, por inexistência de repertório àquela época, teve de se conformar com o gênero sertanejo e um tanto de música urbana brasileira.

Leia mais em Barbosa Lessa.

Abraços,

El Cohen