Victor Hugo canta!!!
admin :: Oct.05.2008 :: Eventos :: No Comments »
admin :: Oct.05.2008 :: Eventos :: No Comments »
Venho me segurando há tempos pra não me manifestar sobre a confusão existente entre LIC, Semana Farroupilha, Conselho Estadual de Cultura etc. Volta e meia recebo mensagens “indignadas” com a condução do assunto pelo Conselho.
Eu imagino que a maioria do pessoal interessado em nossa cultura regionalista acompanhe o assunto pelos jornais, sabendo que a própria secretária da cultura estadual interviu diretamente em alguns assuntos correlatos. Não vou entrar no mérito se adequadamente ou não. Só sei que as coisas foram tomando uma direção exacerbada.
Quando a emoção se envolve e deixa a razão de lado, no tangente a uso dos recursos estaduais, ai, ai, ai.
admin :: Aug.23.2008 :: Registros :: 1 Comment »
Finalmente, minha gente.
Sai da gráfica na próxima sexta-feira, se tudo der certo, meu livro sobre Help Desk, Service Desk e suporte técnico.
Todos os que me são próximos sabem que eu vinha trabalhando nele há anos (anos mesmo!!) e agora ele se torna realidade.
Visite www.livrohelpdesk.com.br
A qual leva para o site da Novatec, onde você ganha 30% de desconto se usar o código promocional HELPDESK quando for confirmar sua compra.
Isso significa que de R$ 45,00, o livro sairá por R$ 31,50.
Mas no site tem mais coisas, como download do primeiro capítulo, todo o sumário publicado etc.
Uau.
Amanhã, como prêmio de conclusão, vou buscar minha Honda Varadero 2008 na Turbomoto.
Eu mereço.
E você também, por me acompanhar há tanto tempo, compartilhar seus conhecimento comigo e agora ver esse retorno, sob a forma de um livro que, espero, agregue alguma coisa aos milhares de colegas profissionais que batalham diariamente nos Help Desk brasileiros.
Abraços de muita alegria!!!!
El Cohen
admin :: Aug.13.2008 :: Novidades no site :: 1 Comment »
Este sábado passado (ontem-ontem, ontem-ontem!) peguei a motoca e me fui a terras portuguesas.
Essa região é um tantinho ao sul de Porto Alegre e foi colonizada pelos portugueses (Tapes, Mariana Pimentel, Camaquã e tal).
Fui atrás de minhas origens.
Em Mariana Pimentel e Sentinela do Sul (antiga Vila Vasconcelos) passei muito das minhas férias em casa do meu avô materno, seo Figueiredo.
Cortador de pedra de primeira, moirão sai lisinho quando ele cortava rochedos naturais. Meio-fio de rua era com ele. E ganhava uma grana legal.
Há muito que não revisitava tais lugares. A gente se urbaniza e esquece até o cheiro de bosta de vaca.
Por isso, saindo de Porto Alegre às 13:00, a primeira coisa a fazer foi almoçar um meio-espeto corrido no Restaurante das Cucas.
E de bucho cheio, tocar até a entrada secundária de Sentinela do Sul para visitar a chácara de meu pai, ali perto do seu Celi (nosso vizinho que cantava o terno de reis durante as noites de janeiro).
admin :: Jul.28.2008 :: Registros :: 2 Comments »
Sábado li uma interessante coluna do Juremir Machado da Silva no jornal gaúcho Correio do Povo. Quero compartilhar com os amigos a analogia feita pelo prof. da PUC-RS entre farrapos e o Movimento dos Sem-Terra.

Segue o texto abaixo (inseri algumas linhas em branco pra facilitar a leitura on-line):
OS FARRAPOS E O MST
Procuradores do Ministério Público querem extinguir o MST. Consideram que ele atenta contra o Estado de direito. Já o MST entende que os poderes constituídos não são sensíveis às necessidades básicas dos excluídos do campo.
No passado, os farrapos sustentaram uma guerra contra o poder central durante dez anos por razões semelhantes. Entendiam que o Império era tirânico e insensível aos interesses deles. Queriam pagar menos impostos. A diferença é que os farrapos eram fazendeiros. O Brasil era uma monarquia constitucional. Os farrapos atentaram contra o Estado de direito. Foram processados. Os procuradores deviam propor a proibição dos festejos da Revolução Farroupilha para evitar maus exemplos.
O MST invade propriedades alheias e talvez sonhe com outro regime ou sistema econômico. Os farrapos declararam uma república e separaram-se do Brasil. Boa parte da população do Estado não os apoiou. Eles passaram a dominar toda uma parte do território do Rio Grande.
Mais ou menos como as Farc. Deram-se o direito de invadir as terras dos ‘dissidentes’, de arrendá-las a quem quisessem e de apossar-se dos demais bens, vendendo gado e cavalos. O decreto de 11 de novembro de 1836 determinava o seqüestro, o arremate em hasta pública ou a venda de tudo que pertencesse aos ’súditos do Brasil’, inclusive mercadorias, prédios, gados, animais, muares, cavalares, escravos, móveis, embarcações, etc. ‘Súditos do Brasil’, fixava o decreto, eram todos os inimigos, ou seja, os que não estivessem de acordo com os ideais farrapos e a eles se opusessem. O decreto de 5 de abril de 1837 confirmou o anterior. Em 1838, outros atos continuaram o processo.
Os farrapos achavam o sistema injusto e impiedoso. O MST também.
A cisão entre os farrapos deu-se principalmente por causa disso. Um facção, liderada por Antônio Vicente da Fontoura, estava farta do desrespeito à propriedade. Houve saque, corrupção e arrendamento de cobiçadas propriedades de dissidentes a bons amigos. A documentação sobre isso é farta e está disponível. Basta ver a carta 185 da ‘Coletânea de Documentos de Bento Gonçalves’ sobre arrendamento de propriedade de inimigo. Ou (Coleção Varela 6182) a carta em que Neto refere-se a uma ‘espantosa ladroeira’ praticada por aliados, com nome e sobrenome, ‘com permissão para se estabelecerem na fazenda outrora do finado José Antonio de Freitas’. A maior dificuldade para se chegar à paz consistiu em saber quem indenizaria os proprietários lesados.
Os farrapos conseguiram transferir a conta para o Império. Ficaram anos ameaçando não entregar os negros que os imperiais exigiam e espichando uma guerra de guerrilhas que não ganhariam para que o poder central assumisse o que chamavam de ‘dívida externa’, pois, com a paz, as demandas judiciais de indenização seriam muitas e inevitáveis.
Cada época com os seus valores.
Aquilo que era válido no século XIX não parece legítimo hoje? Sofisma. O poder legal da época e os proprietários lesados pensavam exatamente como os de hoje em situação equivalente.
Chegamos ao paradoxo: o Rio Grande do Sul que tanto condena o MST festeja uma revolução cujas práticas e motivações eram equivalentes às do MST.
Os farrapos só estariam plenamente justificados se tivessem rompido com o Brasil pelo fim da escravidão. Não foi o caso.
As suas razões eram econômicas e políticas. Como se vê, temos tradição em invasão e apropriação de terras alheias.
admin :: Jul.07.2008 :: Novidades de terceiros :: No Comments »
Pois fomos neste final-de-semana até Santa Cruz do Sul curtir a Manoca do Canto Gaúcho.
Voltei mais faceiro que gordo comendo. Tivemos muitas surpresas (com o Marenco), críticas e elogios à organização do evento e tal.
Vamos dos inícios…
É um de nossos esconderijos tradicionais.
Veja nosso “coche” ao lado e compreenderá por quê. Uma floresta de eucaliptos dá um clima bem europeu ao ambiente.
Na cabana, o mais importante: uma lareira pra aquecer o recinto… Até por que os corações a gente (e o vinho) dá um jeito, hehe. Pois melhor que isso, só dinheiro achado.
Pra quem mora em Porto Alegre, dormir nesse clima de corujas piando é algo esplêndido, sem o rosnar dos automóveis, televisões a mil decibéis e outros ruideiros tradicionais.
Na cabana, experimentamos uma das últimas invenções da patroa:
admin :: Jun.30.2008 :: Registros :: 4 Comments »
Em 1955 (ou 1953, pelo prefácio) Paixão Côrtes e Barbosa Lessa lançaram o livro “Manual de danças gaúchas“, do qual tenho a terceira edição publicada em 1968 (vide capa ao lado).
Um trabalho extraordinário de coleta das nossas danças populares.
Lá existem ensinamentos básicos, descrição e os movimentos de danças sem sapateado (chimarrita, pezinho, caranguejo, maçanico etc.) assim como as com sapateado (balaio, anú, chula etc). E um suplemento musical.
Pois essa semana, conforme notícia no Correio do Povo de 23 de junho de 2008:
A história e os movimentos de 28 danças tradicionais estão registrados numa publicação lançada ontem, no Galpão Crioulo da Ulbra, em Canoas, pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). A 2ª edição do ‘Danças Tradicionais Gaúchas’ busca facilitar a compreensão de instrutores de CTGs e professores de escolas. Publicado pela primeira vez em 2003, o livro ganhou edição revisada e ampliada.
A edição original, que teve como base a pesquisa do folclorista Paixão Côrtes, foi escrita por nove autores. Na segunda, a revisão ficou a cargo de seis tradicionalistas ligadas ao tema. ‘O objetivo foi tornar a linguagem mais acessível. O livro está mais didático’, disse o presidente do MTG, Oscar Gress. A publicação reúne músicas, partituras, explicações sobre danças e fotos.
Fui atrás do assunto e o assessor de imprensa do MTG, o Felipe Basso, generosamente me conseguiu a capa da nova versão (vide acima) e dicas para os interessados:
Ao Felipe, em nome da gauchada, nosso muito obrigado!!!!
Abrazon
El Cohen
admin :: Jun.24.2008 :: Novidades de terceiros :: No Comments »
Essa palestra eu acho interessante.
Primeiro, por que é atual (não sei se o conteúdo o será, mas o título sim).
Segundo, por que a descrição do evento me pareceu bem importante ao alertar para algo mais do que “estabelecer a ordem”, hehehe.
E a participação é gratuita.
Segue o texto enviado pela gentil Thamires Krüger Alves:
“Tradicionalismo: Sobrevivendo as grandes Crises com muita criatividade”
04 de julho (sexta-feira)
Início às 20h
Dependências do CTG Darci Fagundes, em GuaíbaAs Entidades tradicionalistas passam, via de regra, por muitas dificuldades seja no âmbito administrativo, como no financeiro.
Preocupados em reestabelecer a ordem, muitas vezes descuidam da parte cultural, ou vice-versa.
Por isso, buscamos profissionais que tiveram sucesso em suas áreas de atuação para transmitirem suas experiências aos nossos convidados, instrumentalizar as patronagens para que atinjam sucesso em suas Entidades no intuíto de disponibilizar ferramentas para que prendas e peões consigam desenvolver seus projetos e atingir assim seus objetivos.
Palestrantes:
*Luis Grisólio - Diretor de Circulação e de Industria do Correio do Povo”
- Da crise à retomada do crescimento: A administração como ferramenta para superar crises.*Rogério Bastos - Diretor Executivo da Fundação Cultural Gaúcha MTG”
- A importância do planejamento nas Entidades Tradicionalistas e descobrindo novas lideranças entre os jovens.Maiores informações:
51 96926333 - Thamires
thamireska@hotmail.comCTG Darci Fagundes
Rua Alzemiro Paz, 353, Vila Jardim
Guaíba/RSEstaremos Tchêsperando!!!
admin :: Jun.23.2008 :: Novidades de terceiros :: No Comments »
Por que encontrei alguns links interessantes, adicionei-os à página principal da seção de culinária.
www.paginadogaucho.com.br/culi
São os sites que versam sobre a alimentação campeira:
Vale a pena checar.
Abraços
El Cohen
admin :: Jun.21.2008 :: Novidades no site :: 2 Comments »
Pois dia desses me chegou email de um desconhecido.
Comentava que havia informação incorreta dentro do site e quem sabe eu ajustasse.
E já me passou, de inhapa, uma série de referências e informações.
Pois bem, fui atrás e realmente concordo com o comandante Edinaldo.
Que pra mim já não é mais um desconhecido, mas um fraterno colaborador, visto que dispensou seu tempo em ajudar a acertar algo (indicado por uma reportagem).
Entonces, que saibam todos:
A cidade mais antiga da América Latina (em termos de fundação) fica na Colômbia e se chama Santa Marta.
A anotação está em Origens do Chimarrão e eu sou muito grato ao Edinaldo pela força e persistência, hehe.
Abrazon a todos,
El Cohen
PS: a foto ao lado é a catedral de Santa Marts
admin :: Jun.20.2008 :: Novidades no site :: No Comments »